A discussão era sobre louça suja. Não era sobre louça suja. Era sobre a mesma coisa que sempre é: quem se sente visto, e quem não.
Ela buscava proximidade e se apaixonava, repetidamente, por quem tinha mais dificuldade de oferecê-la. Não era azar. Era um padrão com nome e explicação.
"Vai passar", "podia ser pior" — às vezes queremos ajudar e machucamos. Veja o que realmente funciona.